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A operação do aeroporto requer técnicas profissionais e instalações de software e harware de segurança, enquanto a qualidade dos serviços prestados aos usuários do aeroporto deve seguir os padrões reconhecidos internacionalmente. Para dominar plenamente a tendência de desenvolvimento internacional, e aprender o padrão de gestão excelente dos parceiros da mesma área, bem como manter actualizado e evitar o risco de ser marginalizado, a CAM tem participado activamente nas plataformas de cooperação internacional e regional, incluindo o Conselho Internacional de Aeroportos (ACI) do nível internacional, a Aliança de Aeroportos da Ásia Oriental (EAAA) ,Associação de Aeroportos Civis da China (CCAA) ,do nível regional e a Reunião Regional do Fórum dos Cinco Principais Aeroportos(A5). Além disso, a CAM também se concentra nas suas próprias vantagens para construir a uma aliança de aeroportos, no intuito de unir a indústria e criar uma plataforma para troca de informações, de intercâmbio e cooperação. Assim, a CAM tem realizada a geminação com vários pequenos e médios aeroportos nacionais e internacionais, e organiza regularmente a Conferência de Aeroportos da China e dos Países de Língua Portuguesa em Macau, para construir uma plataforma de intercâmbio e cooperação entre a China Continental, Portugal e Macau.

Conselho Internacional de Aeroportos

A CAM juntou, desde Dezembro de 1995, ao Conselho Internacional de Aeroportos (ACI), que é uma organização internacional de aeroportos. Os membros do Conselho são provenientes de 597 aeroportos e autoridades aeroportuárias de 177 países, e operam num total de 1679 aeroportos.A sede do ACI localiza-se em Montreal, Canadá, com cinco divisões regionais em África, Ásia-Pacífico, Europa, América Latina/Caribe e América do Norte.

A CAM tem sempre apoiado e participado das conferências anuais e exposições do Conselho, além de organizar o pessoal para participar do Programa de Acreditação de Gestão Profissional de Aeroporto Internacional (AMPAP), organizado pelo ACI/ICAO (Organização Internacional da Aviação Civil), também recomendou activamente aos aeroportos amistosos nacionais para participar do ACI; em Maio de 2008, a diretora executiva da CAM, Sra. Liu Suning, foi eleita como directora de administração do ACI para Ásia-Pacífico.

A Reunião do Conselho, a Assembleia Regional e a Conferência Anual e Exposição do Conselho Internacional de Aeroportos para Ásia-Pacífico de 2012 tiveram lugar de 22 a 25 de Maio em Singapura, e a directora executiva da CAM participou das reuniões referidas, e discutiu na Reunião do Conselho com os representantes da Ásia-Pacífico do ACI sobre os impactos do desenvolvimento de aviação de baixo custo na operação de aeroporto. Na conferência anual do ACI para Ásia-Pacífico de 2012, sob o tema “Substaining Aviation & Tourism Growth under Unprecedented Challenges” (Manter o crescimento de aviação e turismo sob desafios sem precedentes), os oradores convidados acharam que o desenvolvimento social e económico de uma cidade é ligado inevitalmente ao desenvolvimento do aeroporto local, e uma boa cidade com certeza tem um bom aeroporto. A relação entre as cidades e os aeroportos é inseparável. Os aeroportos atuam como uma plataforma para ligar os lugares com o mundo, e o desenvolvimento económico, turístico e cultural de uma cidade precisa do crescimento e da inovação de aeroporto.

O “Seminário de Aeroportos Pequenos e Emergentes do ACI para Ásia-Pacífico 2015”, organizado pela CAM e pelo ACI para Ásia-Pacífico, teve lugar de 25 a 27 de Novembro de 2015 no Hotel Grand Hyatt em Macau, que é uma das actividades para celebrar o 20º aniversário do Aeroporto Internacinal de Macau e o 10º aniversário de integração das regiões da Ásia e Pacífico do ACI. A CAM espera que através do seminário, amplie a perspectiva internacional, reforce a cooperação e o intercâmbio com a indústria da região da Ásia-Pacífico, procure mais oportunidades, em colaborar com a política de turismo do governo da RAEM, promovendo ainda a construção do “Centro Mundial de Turismo e Lazer” de Macau. O evento, com a duração de 3 dias, atraiu mais de 100 representantes dos aeroportos da região da Ásia-Pacífico. O seminário foi dividido em oficina, reunião e estudo de casos, e convidou os especialistas famosos da área de aviação internacional para fazer palestras temáticas, cujos temas incluíram desafios e oportunidades enfrentados pelos aeroportos da região da Ásia-Pacífico, como coordena a competição e a relação coorporativa entre os aeroportos para enfrentar o desenvolvimento futuro, como influencia a decisão das empresas aéreas em nova rota através dos serviços de análise profissional; realizou-se análise abrangente sobre a exploração de rotas dos aeroportos pequenos e grandes através do estudo de casos.

O presidente da Comissão Executiva da CAM, Dr. Deng Jun, expressou no discurso de abertura as boas-vindas calorosas aos convidados e fez votos pela realização das reuniões, bem como relatou brevemente o caminho de construir o Aeroporto Internacional de Macau ao longo dos últimos 20 anos como um modelo de aeroporto pequeno e médio. A directora regional do ACI para Ásia-Pacífico, Sra. Patti Chau, também expressou os seus agradecimentos na cerimónia de inauguração pelos apoios do Aeroporto Internacional de Macau nos trabalhos do Conselho ao longo dos anos.

Embora o desenvolvimento da indústria da avaição na Ásia-Pacífico seja rápido, sob o contexto de instabilidade do crescimento económico mundial, os aeroportos por um lado devem enfrentar a pressão de aumento de custo de operação, por outro lado, devem ter como objectivo melhorar as infra-estruturas, reforçar a operação segura, poupança de energia, redução de emissão e protecção ambiental, para fornecer os serviços de boa qualidade. No entanto, o rápido desenvolvimento da aviação de baixo custo, a aplicação da nova tecnologia, a mudança na estrutura de passageiros, e as necessidades personalizadas trouxeram um certo impacto no modo de operação tradicional de aeroportos. Por isso, os aeroportos precisam de fazer mudanças constantemente, inovar o conceito de desenvolvimento, melhorar os procedimentos de serviço em colaboração com a direcção de desenvolvimento das empresas aéreas e dos parceiros, para aumentar a eficiência e melhorar as experiências de passageiros, atendendo as necessidades de desenvolvimento da indústria.